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Sindicato e Educadoras Infantis continuam juntos e planejados na luta através do reenquadramento no Magistério! Na noite do dia 31 de agosto, o STSPMP (Sindicato dos Trabalhadores do Serviço Público Municipal de Paulínia) esteve reunido com as companheiras, em mais um decisiva assembleia, a final deliberar sobre as próximas ações. Na ocasião, por motivo da instransigência e falta de diálogo da Gestão, as Servidoras agora, estão focadas em demover os vereadores com o intuíto de que NÃO sigam adiante com a tramitação dos projetos de lei mostrados.
Esses projetos vão contra a totalidade dos direitos garantidos através da Lei Federal nº 15.326/2026 e também não condizem com as reais necessidades dos alunos. Além disto, não apresentam os estudos necessários e excluem parte das profissionais do enquadramento em razão de restrições médicas, ainda que sejam temporárias. Os projetos também permitem uma remuneração 43% inferior àquela das demais Professoras. Diante disso, outra vez, houve acordo: não seremos passivos diante de decisões tão prejudiciais à categoria.
Os vereadores precisam cumprir seu papel constitucional com responsabilidade, independência e comprometimento com o povo. Não foram eleitos para simplesmente legitimar as decisões do Poder Executivo, mas para fiscalizar, questionar e defender os interesses dos trabalhadores e da população. Diante de projetos que atingem diretamente os direitos das Educadoras Infantis, é fundamental cada parlamentar assuma sua responsabilidade e se posicione com clareza.
Mantendo firme a mobilização, as Educadoras, que já se encontram em ESTADO DE GREVE, estarão presentes no Plenário da Câmara Municipal para exigir dos vereadores uma posição clara diante dos projetos mostrados. As trabalhadoras irão manifestar sua indignação e pressionar a final dos projetos serem devolvidos ou rejeitados, deixando evidente que não aceitarão retrocessos!
O STSPMP continua de prontidão em organizar, orientar e fortificar a mobilização das Servidoras, ampliando a unidade e a participação das trabalhadoras. A luta continua nas ruas e nos locais de trabalho até que nossos direitos sejam respeitados e a reivindicação através do reenquadramento no Magistério seja efetivamente atendida!
Fonte: stspmp
